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Design thinking para RH: entenda o que é e como funciona

Design thinking para RH: entenda o que é e como funciona

Design thinking para RH: entenda o que é e como funciona

O design thinking no RH é visto como ferramenta para enfrentar os desafios e melhorar os resultados. Você já conhecia esse conceito? Ele se refere a um processo criativo implementado em empresas para solucionar problemas em equipe. As tarefas dessa abordagem envolvem encontrar saídas para problemas com sugestões inovadoras e ideias surpreendentes.

Essa forma criativa de pensar motiva e capacita os gestores de RH a transformar as empresas. Além de todos da equipe conseguirem dialogar, os gerentes e analistas podem falar abertamente sobre suas colaborações para a organização.

Como podemos ver, muitos empreendedores apostam nessa prática para elevar o nível de suas marcas. Deseja conhecer um pouco mais sobre o funcionamento desse método eficaz? Venha com a gente!

O que é e como surgiu o design thinking?

O design thinking é uma abordagem com foco em possibilitar a colaboração de todos os gestores de RH. As reuniões regulares em que a atenção é apenas em um ou outro profissional estão no passado. Essas têm ênfase no pensamento criativo, que permite uma participação ampla de todos os envolvidos. O diferencial desse método está nas infinitas possibilidades de cooperação.

Os analistas podem estar em uma reunião com o propósito de elaborar um produto novo ou, até mesmo, reformular os valores da empresa. Não há limites nos objetivos das reuniões desse tipo — o recomendado é sempre manter esses diálogos na empresa. A partir disso, conseguimos reconhecer que o design thinking para RH surgiu pela necessidade de soluções criativas por parte dos gestores da área.

O termo surgiu no início da década de 1950, mas se popularizou nos anos 2000. Muitos profissionais, de diversas áreas, utilizaram esse método para exercer suas funções com mais precisão. A aplicação do design thinking em empresas e projetos aconteceu por parte da dupla Tim Brown e David Kelly. Eles fundaram a Empresa Internacional de Design e Consultoria em Inovação, e usaram essa abordagem.

A IDEO ficou bastante conhecida por sempre convidar profissionais renomados e personalidades influentes para colaborar com seus conhecimentos na empresa. Seja qual fosse o tema, Brown e Kelly tinham a preocupação de ter pessoas com pensamentos e experiências diferentes. Ou seja, eles percebiam como os indivíduos com contextos distintos poderiam trazer novos valores para a equipe.

Quais são as etapas do design thinking?

Agora que já entendemos como esse conceito funciona e como ele surgiu, devemos saber como aplicá-lo na prática. O design thinking é dividido em seis etapas: empatizar, definir, idealizar, prototipar, testar e implementar. Cada uma dessas fases é imprescindível para tornar o trabalho coletivo eficiente e solucionar as questões da empresa.

Empatizar

A primeira etapa, conhecida como empatizar, é o momento do design thinking em que é preciso pesquisar as necessidades das pessoas. Logo, os gestores devem ter em mente que é essencial compreender o que o cliente precisa e como ele se comporta. Esses são alguns fatores que auxiliam a maneira de organizar os setores da empresa para atender às necessidades dos consumidores.

Por essa razão, os analistas devem entender o motivo de eles demonstrarem determinados comportamentos ao entrar em contato com seus produtos. É a melhor maneira de conseguir a empatia dos clientes.

Essa fase é de grande importância para continuarmos com a metodologia do design thinking. Assim como outros métodos, cada estágio influencia o seguinte, até a conclusão da abordagem.


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Definir

Em seguida, temos a parte de definição dos problemas. Antes de colocar essa etapa em prática, devemos observar todos os detalhes das informações coletadas durante o primeiro estágio.

Qual a perspectiva de determinado problema na visão dos consumidores? Os analistas devem tomar bastante cuidado nessa fase para não deixar o seu ponto de vista ou da empresa influenciar a descrição do problema.

Idealizar

Nesse momento, os gestores começam a gerar ideias e conversar sobre soluções viáveis para os problemas que estão sendo enfrentados. Nesse estágio, os analistas já têm em mente como os clientes se comportam e quais as necessidades deles. Essa parte das reuniões costuma ser caracterizada pelo brainstorm, técnica que incentiva o pensamento criativo.

Prototipar

A parte do protótipo, como o próprio nome diz, serve para prototipar produtos e serviços e, assim, atender às preferências da clientela. Futuramente, esses projetos saem do papel e são testados em outros setores da empresa.

É fundamental que os analistas descubram as melhores soluções para os desafios que estão surgindo. Sendo assim, os protótipos devem considerar os resultados das etapas anteriores.

Testar

O estágio de teste é ideal para os especialistas ou profissionais de determinada área analisarem o projeto criado. Vale lembrar que essa análise profunda deve levar em conta as necessidades dos consumidores.

Será que o produto criado vai ser útil para atender a determinada finalidade? Essa é uma questão que deve fazer parte das reuniões antes e após a fase de testes.

Implementar

Para terminar, temos a parte da implementação. Essa última etapa é a que os gestores mais esperam, afinal, é o momento em que as soluções são implementadas na empresa.

Todo o trabalho de meses, com reuniões em conjunto, vai determinar o possível do sucesso do produto que foi criado. Essa parte ocorre quando os produtos ou serviços inéditos ficam à disposição dos clientes.

 

Por que aplicar o design thinking na empresa?

Há muitas vantagens em aplicar o design thinking para o RH das empresas, além de elevar os relacionamentos pessoais na organização. Alguns benefícios desse método são a promoção da cultura organizacional, o melhor custo-benefício e o estímulo ao pensamento fora da caixa. As críticas que são feitas em grupo podem resultar em discussões de grande relevância para o andamento das organizações.

Por último, temos o aumento da produtividade e desempenho dos analistas de RH. Eles vão poder utilizar o tempo do expediente no trabalho estando conscientes de que vão atender às demandas da empresa. Tudo isso é possível graças à implementação do pensamento criativo, por isso, não hesite em tornar as reuniões da empresa mais inclusivas e permitir diferentes pontos de vista.

Como implementar o design thinking no RH?

Existem algumas regras que devem ser seguidas na implementação do design thinking no RH. É fundamental trabalhar com empatia com as pessoas e sempre realizar pesquisas para adaptar os processos de uma empresa. Além disso, não podemos nos esquecer de que os analistas devem explorar a equipe, ou seja, os gestores devem tentar identificar maneiras de aumentar a colaboração de todos.

Outra tarefa de suma importância é encontrar as falhas nos processos. Pode ser que alguns procedimentos na empresa não estejam sendo desenvolvidos da melhor maneira possível. Esse é um problema que, dependendo da ocasião, talvez seja solucionado por meio de reuniões com o método do design thinking. Quando os profissionais compartilham suas perspectivas, podem fazer grandes mudanças.

Essas informações sobre design thinking para RH fazem toda a diferença para o crescimento das empresas de diferentes portes. Por essa razão, considere implementá-lo nas tarefas de gestão da organização e criar as melhores soluções para os seus colaboradores.

O que achou do texto? Aproveite que já terminou a leitura do artigo e entre em contato com a SOCIIS RH! Você vai se surpreender com a forma que os gestores de RH podem ser beneficiados com as nossas soluções de consultoria.

Equipe Sociis RH

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