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Por que treinar e desenvolver sua equipe?

Por que treinar e desenvolver sua equipe?

Por que treinar e desenvolver sua equipe?

O grande avanço das tecnologias e a competitividade do mercado de trabalho exigem que as empresas se adaptem cada vez mais rápido às mudanças, para responder e co-responder às necessidades e estilos de seus clientes. Vivemos em uma era disruptiva, onde a quebra de paradigmas é a regra. Para atender a estas e às novas exigências, precisamos de profissionais cada vez mais antenados, práticos, preparados e motivados. Precisamos, ainda, de ambientes propícios para a aprendizagem, a criatividade e a inovação. Daí a importância do treinamento para o enfrentamento dos desafios contemporâneos, afinal, não podemos esperar performance sem investir em desenvolvimento.

Antes de continuarmos, cabe fazer uma pausa e esclarecer que apesar de haver uma definição pormenorizada para cada um dos conceitos acima apresentados – treinamento e desenvolvimento – aqui, ambos serão tratados como uma forma de aperfeiçoamento e enriquecimento do potencial de cada profissional.

Um levantamento realizado pela Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD), em 2016, revelou que as empresas brasileiras que mais cresceram nos últimos anos foram também as que mais investiram em treinamentos. Ou seja, a gestão da aprendizagem e do o conhecimento é um dos pilares estratégicos para o crescimento sustentável das organizações, principalmente em momentos de crise, como o que estamos atravessando.

Existem várias formas para se treinar e/ou capacitar uma pessoa ou equipe. Os treinamentos podem ser técnicos, operacionais, vivenciais, de processos, de gestão, e etc. Eles podem estar focados na posição atual que os ocupantes exercem, e assim serão considerados como ferramentas que tem um objetivo de curto prazo, ou podem ser direcionados para o desenvolvimento profissional de médio e longo prazo, com objetivos mais amplos.

De qualquer forma, o que realmente importa é que esses treinamentos/capacitação precisam instigar mudanças ao invés de simplesmente propiciar melhorias, pois como dito pelo professor Marins “se Thomas Edson tivesse praticado melhoria contínua, estaríamos lendo com velas maiores”.


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Informações sobre o autor

Bianca Andrade é Psicóloga e Diretora de Recursos Humanos da Sociis RH. Especialista na Gestão de Pessoas  e Consultoria Estratégica em Recursos Humanos.

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