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Como fica a gestão de pessoas em tempos de crise?

Como fica a gestão de pessoas em tempos de crise?

Como fica a gestão de pessoas em tempos de crise?

Cenários de insegurança e incertezas econômicas criam dificuldades não apenas na área financeira das empresas, mas geram consequências em todos os setores, o que não seria diferente nos Recursos Humanos. Independentemente do contexto da economia, os objetivos e metas permanecem e exigem produtividade das equipes, mas o desafio de produzir mais com menos recursos e lidar com o emocional dos empregados nem sempre é simples de ser administrado. Mas vale lembrar que essas ocasiões são também oportunidades de aprendizado, já que obriga as organizações a ajustarem suas expectativas e procurarem possibilidades alternativas de negócios e processos.

Nesses momentos é importante trabalhar para o reposicionamento da forma como é feita a gestão de pessoas e, mais do que nunca, a área de RH deve ser visualizada ainda mais como setor estratégico da empresa. Períodos de crise econômica fazem com que este setor precise lidar (de forma humanizada e profissional, é claro) com questões delicadas provenientes das incertezas como demissões, reduções de salários, redução de cargas horárias e outras consequências que nem sempre são recebidas de maneira compreensiva pelos colaboradores e podem gerar ansiedade, desespero e desmotivação. Entretanto, o trabalho contínuo e medidas preventivas e eficientes devem ser permanentemente mantidas, já que os impactos dessas mudanças nas empresas podem ser amenizados com a promoção constante do desenvolvimento de lideranças, capacitações e ações variadas que estimulam a motivação dos trabalhadores e o senso de pertencimento na organização.

Nessa reestruturação necessária em momentos de crise, o RH deve atuar com base no que é prioridade para a empresa, o que exige muita cautela na hora de definir o plano de ação que será colocado em prática. Preparar os funcionários para as mudanças, os novos processos e os conflitos gerados é uma tarefa árdua e complexa, o que reforça o fato de que essa preparação para um novo cenário econômico deve ser um processo contínuo. Quanto mais detalhadamente os trabalhadores entenderem as mudanças que estão acontecendo e os motivos que levaram a elas, maior será o nível de aceitação e tranquilidade, o que evidencia o papel fundamental das lideranças. A comunicação dos líderes com suas equipes deve ser estimulada mais do que nunca, abrangendo feedbacks diretos, estabelecimento de metas e trocas de sugestões, sempre reforçando o valor da transparência. Mais uma vez gestão de pessoas e comunicação provam que caminham melhor de mãos dadas.

 

Jornalista e Relações Públicas, Colaboradora do Blog Da Sociis RH

Informações sobre a autora:

Daniella Maria
Jornalista e relações públicas,
colaboradora do blog da Sociis RH

 

 

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