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5 formas simples de lidar com conflitos no trabalho

5 formas simples de lidar com conflitos no trabalho

5 formas simples de lidar com conflitos no trabalho

Conflitos no ambiente de trabalho são inevitáveis. Mas acredite: isso não precisa ser algo ruim. Pelo menos é o que defende o especialista em carreira Geoffrey James. Ele é autor de diversos livros sobre o tema — entre eles, “Tudo o que você precisa saber para ser promovido” (Ed. Gente). Em um artigo publicado na revista Inc., James explica que conflitos podem até ser benéficos, uma vez que “sem os mesmos geralmente não há progresso”. E ele destaca: “Dentro de uma equipe, resolver conflitos requer liderança, paciência e consciência”. Veja cinco dicas rápidas para alcançar esse objetivo:

Escolha suas batalhas com cuidado. É desgastante para você mesmo e para sua equipe transformar tudo em um conflito, orienta Geoffrey James. Algumas lutas simplesmente não valem a pena. Exemplo: em algumas empresas que trabalham com vendas, como lojas em shopping centers, a concorrência interna é tão grande que chegam a perder clientes — que se perguntam por que os vendedores não podem trabalhar em conjunto pelo mesmo objetivo.

Admita quando você está errado. Há líderes que acreditam (erroneamente) que devem ganhar todas as discussões. Só que ser cabeça-dura é um sinal de fraqueza, enquanto estar disposto a mudar é sinal de força. Exemplo: as eleições americanas. “Eu acho que a incapacidade de Donald Trump para admitir seus erros — mesmo depois de dizer algo obviamente estúpido — é uma falha de caráter que sugere a insegurança em vez de auto-confiança”, diz o autor.

Perca a batalha para ganhar a guerra. O importante é conseguir seu objetivo de longo prazo. Às vezes, segundo o autor, é mais fácil lidar com pessoas que pensam que já “ganharam”. Exemplo: no jogo de xadrez, é preciso sacrificar algumas peças, a fim de criar um cenário favorável no tabuleiro, possibilitando, mais tarde, uma vitória.

Presuma que as outras pessoas têm boas intenções. Para o escritor, atribuir motivos negativos ao comportamento dos outros só tem como fazer mal, enquanto partir do princípio que existem boas intenções deixa você mais aberto a reconciliações. Exemplo: no clássico “Orgulho e Preconceito”, a heroína Elizabeth Bennett acredita que o Sr. Darcy é cruel e arrogante, quando na verdade é gentil — mas introvertido. A sua interpretação excessivamente negativa quase destrói sua família.

Perdoe mais facilmente e com mais frequência. “Ressentimento corrói sua energia e sua saúde”, diz Geoffrey James. “Humanos não são perfeitos, cometem erros. Você obviamente não deve tolerar abusos, mas vai conviver melhor com as pessoas se aprender a perdoar e esquecer.” Exemplo: no início de sua carreira, James costumava “explodir” com as pessoas por razões triviais. “Felizmente, os profissionais com quem trabalhei estavam dispostos a me perdoar — depois que eles deixaram claro que não iriam tolerar mais aquilo. Sou muito grato por isso.”

Fonte: Época Negócios

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